A grande questão não é como vejo o mundo, mas como me vejo. Tudo derivará desse ponto de partida que, uma vez modificado, modificará todo resto.
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terça-feira, 18 de abril de 2017
terça-feira, 2 de agosto de 2016
O condenado mamutes em uma ilha do Alasca remoto?
Cientistas podem ter finalmente resolvido o mistério de quando e por que-os mamutes em uma ilha do Alasca remota morreu. Uma vez que uma parte do estreito de Bering, que se juntou Alasca à Sibéria, St. Paul Island fica a mais de 450 quilômetros de ambos o continente do Alasca e da ilha Aleutian mais próximo. A datação por carbono dos restos de mamutes ( Mammuthus primigenius , Modelo Vivo mostrado) encontrados lá sugerem as criaturas viveram na ilha pelo menos até cerca de 6500 anos atrás. Mas não há nenhuma garantia de que os restos mais recentes, assim, analisados pertencem ao último mamute para viver na ilha, é claro. Agora, os cientistas examinaram a 14 metros de comprimento do tubo de sedimentos perfurados a partir de um dos maiores lagos da ilha de 110 quilômetros quadrados, um tesouro de informações pensado para ter acumulado durante os últimos 18.000 anos. Várias tendências em dos sedimentos conteúdos-incluindo turnos quase simultâneas em seu pólen e restos de plantas, o DNA de criaturas antigas que viveram ao redor do lago, e os esporos dos três tipos de fungos conhecidos têm prosperado no esterco de gelo megafauna idade ponto -todos à sobrevivência dos mamutes até cerca de 5600 anos atrás , os investigadores relatam hoje on-line nos Anais da Academia Nacional de Ciências. Na América do Norte e mainlands da América do Sul, os seres humanos, bem como as alterações climáticas contribuíram para a extinção da megafauna, como gatos dente de sabre, preguiças gigantes e mamutes cerca de 12.300 anos atrás, um estudo recente sugere. Mas porque os seres humanos aparentemente não descobriu St. Paul Island até o final dos anos 1780, os caçadores antigos não acionar os mortandade lá, a equipe sugere. Em vez disso, o aumento dos níveis do mar após o fim da última era glacial encolheu a ilha, reduzindo o número de mamutes que poderia suportar. Lago de água também cresceu mais raso, mais nublado, e um pouco mais salgado cerca de 7850 anos atrás, de acordo com os dados. Elefantes modernos precisam de entre 70 e 200 litros de água doce por dia, observam os pesquisadores, e lanosos mamutes-envolto em espessa de cabelo provável que seja necessária mais do que isso para combater o superaquecimento como o clima da Terra aquecido.
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sexta-feira, 29 de julho de 2016
Os pinguins possuem formas curiosas de encontrar seus parceiros e filhotes em uma multidão de até milhões de vizinhos. Como consegue achar seus familiares entre tantos vizinhos iguais e barulhentos?
Os pinguins possuem formas curiosas de encontrar seus parceiros e filhotes em uma multidão de até milhões de vizinhos. Quando um pinguim sai para procurar comida para seu parceiro e para o filhote, pode passar até semanas fora.
Quando retorna para casa, como consegue achar seus familiares entre tantos vizinhos iguais e barulhentos?
Pesquisas sugerem que, apesar da visão aguçada, os pinguins não conseguem diferenciar exatamente seus familiares no meio de seus vizinhos. Além disso, o olfato é outro sentido que não pode ser usado com tanta confiança nesta incansável procura.
Os pinguins utilizam a vocalização e alguns comportamentos para encontrar sua família, mesmo que o barulho da vizinhança possa atrapalhar a comunicação entre quem procura e quem quer ser encontrado. Frequências específicas de vocalização foram detectadas em diferentes pinguins, evidenciando que há uma variação no som emitido por cada família, facilitando o seu encontro. Porém, se um pinguim fica andando de um lado para o outro procurando, pode irritar alguns vizinhos e gerar conflitos, já que estas aves são muito territorialistas. Para evitar estes problemas, pinguins que constroem ninho costumam memorizar o local e a aparência de sua casa e, após algumas vocalizações, conseguem encontrar sua família em questão de minutos. Para as espécies que não constroem ninho, a procura pode demorar até algumas horas, mas um "acordo" é feito entre vizinhos, nestes casos.
Quando um pinguim vocaliza, outro que estava prestes a vocalizar espera até que o primeiro termine sua chamada, e só assim começa a vocalizar a procura de sua família.
© Apis & Mellifera #19 Artigos consultados: Aubin, T. & Jouventin, P. How to Vocally Identify Kin in a Crowd: The Penguin Model. Advances in the Study of Behaviour, 2002.
Kirkwood, R. The Foraging Ecology of Female Emperor Penguins in Winter. Ecological Monographs, 1997.
Quando retorna para casa, como consegue achar seus familiares entre tantos vizinhos iguais e barulhentos?
Pesquisas sugerem que, apesar da visão aguçada, os pinguins não conseguem diferenciar exatamente seus familiares no meio de seus vizinhos. Além disso, o olfato é outro sentido que não pode ser usado com tanta confiança nesta incansável procura.
Os pinguins utilizam a vocalização e alguns comportamentos para encontrar sua família, mesmo que o barulho da vizinhança possa atrapalhar a comunicação entre quem procura e quem quer ser encontrado. Frequências específicas de vocalização foram detectadas em diferentes pinguins, evidenciando que há uma variação no som emitido por cada família, facilitando o seu encontro. Porém, se um pinguim fica andando de um lado para o outro procurando, pode irritar alguns vizinhos e gerar conflitos, já que estas aves são muito territorialistas. Para evitar estes problemas, pinguins que constroem ninho costumam memorizar o local e a aparência de sua casa e, após algumas vocalizações, conseguem encontrar sua família em questão de minutos. Para as espécies que não constroem ninho, a procura pode demorar até algumas horas, mas um "acordo" é feito entre vizinhos, nestes casos.
Quando um pinguim vocaliza, outro que estava prestes a vocalizar espera até que o primeiro termine sua chamada, e só assim começa a vocalizar a procura de sua família.
© Apis & Mellifera #19 Artigos consultados: Aubin, T. & Jouventin, P. How to Vocally Identify Kin in a Crowd: The Penguin Model. Advances in the Study of Behaviour, 2002.
Kirkwood, R. The Foraging Ecology of Female Emperor Penguins in Winter. Ecological Monographs, 1997.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
E SE O GODZILLA EXISTISSE? É POSSÍVEL EXISTIR?
Seria possível a criatura mistica que vive nos oceanos existir? Caso o Godzilla realmente existisse, seria o fim da raça humana?
terça-feira, 26 de julho de 2016
A Informação Codificada no DNA
"O DNA seria um computador celular, e o RNA seria um pen drive" (Coleção Biologia Vol.1 - Citologia Embriologia Histologia - Pezzi Gowdak Mattos - livro didático do ensino médio p.87. Na mesma página há um título que diz "Ácidos nucleicos: um sistema de computadores dentro das células".
"O DNA é como um programa de computador, mas muito, muito mais avançado que qualquer software já criado" (Bill Gates). Esse vídeo foi baseado em um argumento utilizado pelo Dr. Stephen C. Meyer.
O que é informação codificada? É científico inferir design inteligente a ela?
Qual a melhor explicação para a origem dessa informação?
"O DNA é como um programa de computador, mas muito, muito mais avançado que qualquer software já criado" (Bill Gates). Esse vídeo foi baseado em um argumento utilizado pelo Dr. Stephen C. Meyer.
O que é informação codificada? É científico inferir design inteligente a ela?
Qual a melhor explicação para a origem dessa informação?
quinta-feira, 21 de julho de 2016
O que acontece com a mente de uma pessoa em coma?
Conhecido há 3 milênios, o coma ainda é um enigma. E com isso, surgem diversos questionamentos sobre o funcionamento do cérebro durante esse estado mental. Você já deve ter escutado diversos relatos de pessoas que voltaram do coma e contaram o que ela sentiram durante o processo. Será que realmente são relatos verdadeiros? E o que os médicos falam sobre isso?
terça-feira, 19 de julho de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Por que temos a sensação de déjà vu?
Será que foi um sonho? Será que você tem a capacidade de prever o futuro? Será que o acontecimento ocorreu numa realidade paralela?
Com certeza todas essas dúvidas passam na sua cabeça
Mas enfim, por que temos a sensação de dèjá vu?
terça-feira, 14 de junho de 2016
O que são estes semicírculos brancos na base da unha?
“O que são estes semicírculos brancos na base da unha?” (Alex Filho – 6 anos)
Olá Alex! Sua pergunta é muito curiosa e muita gente fica se perguntando o que são esses semicírculos brancos na base de nossas unhas e para que sirvam… Então, vamos entender, primeiramente, como são formadas as unhas! As unhas são compostas principalmente de queratina e possui a função principal de proteção das extremidades de nossos dedos das mãos e dos pés, bem como ajudar na manipulação de pequenos objetos. As unhas são formadas por epitélios básicos: matriz ungueal, leito ungueal, prega ungueal proximal e o hiponíquio. A matriz ungueal onde tudo começa, é o epitélio que ocorre a proliferação das células, onde a unha começará a ser formada. Após a formação destas células forma o prato ungueal estrutura que cobre o leito ungueal que é a região por baixo da unha. Nesse prato ungueal aparece uma região conhecida como meia lua da unha, uma parte esbranquiçada como um semicírculo, essa parte da unha se chama lúnula. A lúnula, juntamente com a matriz ungueal são as partes mais importantes e fundamentais da unha porque é neste local onde estão as células germinativas para a formação da mesma, ou seja, qualquer desordem, alteração, interferência ou trauma neste local acaba prejudicando todo o processo de crescimento e desenvolvimento saudável da unha, portanto é muito importante verificar alterações nas suas unhas, pois pode ser algum sintoma de alguma doença ou problemas em seu organismo.
A lúnula é muito mais visível no polegar e no dedão do pé, mas todas as unhas apresentam esse semicírculo, parte de crescimento celular que darão origem a queratina que é o composto principal da unha. O formato da lúnula também define o formato da unha, ou seja, algumas pessoas possuem a mesma como semicírculos (meia lua), outras mais retas e isso pode influenciar em formatos de unhas mais arredondadas, mais retas, quadradas e etc. Um fato bastante curioso entre a maioria das mulheres é retirar na manicure o hiponíquio, a famosa “cutícula”, parte fundamental para a proteção contra os microrganismos e que assegura a proteção da matriz ungueal e da lúnula, ou seja, com sua retirada fica mais fácil para que bactérias, vírus e fungos patogênicos possam atacar as unhas e afetar diretamente a sua formação, além de infectar e causar sérias doenças, por isso evitar retirar esse epitélio é fundamental para prevenir problemas de saúde.
http://diariodebiologia.com/2016/01/o-que-sao-estes-semicirculos-brancos-na-base-da-unha/
Olá Alex! Sua pergunta é muito curiosa e muita gente fica se perguntando o que são esses semicírculos brancos na base de nossas unhas e para que sirvam… Então, vamos entender, primeiramente, como são formadas as unhas! As unhas são compostas principalmente de queratina e possui a função principal de proteção das extremidades de nossos dedos das mãos e dos pés, bem como ajudar na manipulação de pequenos objetos. As unhas são formadas por epitélios básicos: matriz ungueal, leito ungueal, prega ungueal proximal e o hiponíquio. A matriz ungueal onde tudo começa, é o epitélio que ocorre a proliferação das células, onde a unha começará a ser formada. Após a formação destas células forma o prato ungueal estrutura que cobre o leito ungueal que é a região por baixo da unha. Nesse prato ungueal aparece uma região conhecida como meia lua da unha, uma parte esbranquiçada como um semicírculo, essa parte da unha se chama lúnula. A lúnula, juntamente com a matriz ungueal são as partes mais importantes e fundamentais da unha porque é neste local onde estão as células germinativas para a formação da mesma, ou seja, qualquer desordem, alteração, interferência ou trauma neste local acaba prejudicando todo o processo de crescimento e desenvolvimento saudável da unha, portanto é muito importante verificar alterações nas suas unhas, pois pode ser algum sintoma de alguma doença ou problemas em seu organismo.
A lúnula é muito mais visível no polegar e no dedão do pé, mas todas as unhas apresentam esse semicírculo, parte de crescimento celular que darão origem a queratina que é o composto principal da unha. O formato da lúnula também define o formato da unha, ou seja, algumas pessoas possuem a mesma como semicírculos (meia lua), outras mais retas e isso pode influenciar em formatos de unhas mais arredondadas, mais retas, quadradas e etc. Um fato bastante curioso entre a maioria das mulheres é retirar na manicure o hiponíquio, a famosa “cutícula”, parte fundamental para a proteção contra os microrganismos e que assegura a proteção da matriz ungueal e da lúnula, ou seja, com sua retirada fica mais fácil para que bactérias, vírus e fungos patogênicos possam atacar as unhas e afetar diretamente a sua formação, além de infectar e causar sérias doenças, por isso evitar retirar esse epitélio é fundamental para prevenir problemas de saúde.
http://diariodebiologia.com/2016/01/o-que-sao-estes-semicirculos-brancos-na-base-da-unha/
Fontes: brasilescola/muitointeressante/scielo Imagens: dranderson/ minilua
quarta-feira, 25 de maio de 2016
King Kong da vida real: medindo 3 metros, ele foi extinto por incapacidade de adaptação
O Gigantopithecus foi o maior primata que já viveu no nosso planeta podendo chegar a 3 metros e pesar meia tonelada. Apesar das tecnologias avançadas da paleontologia atual, pouco se conhece sobre os hábitos do grandão devido à pouca amostragem fóssil.
Um artigo pulicado pelo Dr. Hervé Bocherens e colaboradores, desvendou alguns mistérios sobre a extinção do primata. Eles analisaram os isótopos estáveis de carbono no esmalte do dente do Gigantopithecus e conseguiram aprender mais sobre a sua dieta. Os resultados assinalam que eles só viviam em florestas e conseguiam comida apenas no próprio habitat. Eram herbívoros, mas não se alimentavam apenas de bambu.
Ao que parece, o Gigantopithecus nunca saía das áreas florestais, nem mesmo para buscar comida. Esse hábito se tornou um problema quando ocorreu uma grande seca no Pleistoceno e muitas florestas viraram savanas. Com todo aquele tamanho, o grandão dependia de uma grande quantidade de alimentos, mas a comida disponível se tornou insuficiente. Sem conseguir se adaptar às novas condições, o maior primata do mundo acabou sendo extinto.
http://diariodebiologia.com/2016/05/king-kong-da-vida-real-medindo-3-metros-ele-foi-extinto-por-incapacidade-de-adaptacao/
http://www.leianoticias.com.br/site/king-kong-de-verdade-existiu-e-foi-extinto-por-calcanhar-de-aquiles/
Um artigo pulicado pelo Dr. Hervé Bocherens e colaboradores, desvendou alguns mistérios sobre a extinção do primata. Eles analisaram os isótopos estáveis de carbono no esmalte do dente do Gigantopithecus e conseguiram aprender mais sobre a sua dieta. Os resultados assinalam que eles só viviam em florestas e conseguiam comida apenas no próprio habitat. Eram herbívoros, mas não se alimentavam apenas de bambu.
Ao que parece, o Gigantopithecus nunca saía das áreas florestais, nem mesmo para buscar comida. Esse hábito se tornou um problema quando ocorreu uma grande seca no Pleistoceno e muitas florestas viraram savanas. Com todo aquele tamanho, o grandão dependia de uma grande quantidade de alimentos, mas a comida disponível se tornou insuficiente. Sem conseguir se adaptar às novas condições, o maior primata do mundo acabou sendo extinto.
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| Dente do ‘Gigantopithecus’ |
Fonte:super.abril./sciencedirect Imagens: Reprodução/ super.abril/ omelete/
http://diariodebiologia.com/2016/05/king-kong-da-vida-real-medindo-3-metros-ele-foi-extinto-por-incapacidade-de-adaptacao/
http://www.leianoticias.com.br/site/king-kong-de-verdade-existiu-e-foi-extinto-por-calcanhar-de-aquiles/
quarta-feira, 18 de maio de 2016
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