A história de DIEGO MARADONA - Da miséria até a glória. Mal tinha o que comer na infância, passou muitas necessidades, mas o futebol lhe salvou. Foi da miséria até a glória e lá encontrou seu martírio. Diego Maradona é um dos maiores jogadores da história do futebol. CONFIRA A história de DIEGO MARADONA - Da miséria até a glória
A grande questão não é como vejo o mundo, mas como me vejo. Tudo derivará desse ponto de partida que, uma vez modificado, modificará todo resto.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
domingo, 9 de agosto de 2020
MIRKO CRO COP - A história do policial de elite da Croácia que se tornou uma lenda do MMA
Um kickboxer croata frio e calculista, que fez história nos melhores eventos do mundo, dono de um chute alto devastador. Hoje nós vamos conhecer, a história e trajetória de Mirko "Crocop" Filipovic.
sábado, 13 de abril de 2019
BRANDON LEE, A TRAGÉDIA do Filho de BRUCE LEE
BRANDON LEE, A TRAGÉDIA do Filho de BRUCE LEE
Brandon Lee entrou para a história como filho do lendário Bruce Lee, mas não somente. Ele era bonito, talentoso, e mesmo não tendo as artes marciais como sua maior paixão, é claro que ele herdou as habilidades do pai. No entanto, sua vida foi interrompida por causa de um acidente no set de filmagem com apenas 28 anos de idade e essa é uma história que merece ser contada...
Link da matéria: Morre ator que matou Brandon Lee por acidente em set de ‘O Corvo’
Link da matéria: Morre ator que matou Brandon Lee por acidente em set de ‘O Corvo’
sábado, 1 de dezembro de 2018
Olavo de Carvalho o filosofo da "burrologia" moderna
Olavo de Carvalho, antes de se definir como o "parteiro da nova direita", foi militante de esquerda e astrólogo. Aqui, olhamos para a biografia contraditória e controversa desse personagem, na tentativa de entender como ele conseguiu transformar suas ficções em realidade.
Referências utilizadas:
O proc------esso contra Olavo de Carvalho https://bit.ly/2rfjQLy
Perfil de Olavo de Carvalho na BBC Brasil https://bbc.in/2mnpQzL
Coletânea de pérolas: https://bit.ly/2QqcZxm
Pirula desmente a teoria da conspiração envolvendo a Pepsi https://bit.ly/2E69q9S
PC Siqueira explica a "técnica argumentativa" https://bit.ly/2Q7FZux
Henry Bugalho sobre discípulos de Olavo de Carvalho https://bit.ly/2U0QOg4
O depoimento de Renato Pompeu https://bit.ly/2SiEIgw
O Dossiê do Olavão no AntiCast https://bit.ly/2Pd7xJk
Link do Canal: Meteoro Brasil
Referências utilizadas:
O proc------esso contra Olavo de Carvalho https://bit.ly/2rfjQLy
Perfil de Olavo de Carvalho na BBC Brasil https://bbc.in/2mnpQzL
Coletânea de pérolas: https://bit.ly/2QqcZxm
Pirula desmente a teoria da conspiração envolvendo a Pepsi https://bit.ly/2E69q9S
PC Siqueira explica a "técnica argumentativa" https://bit.ly/2Q7FZux
Henry Bugalho sobre discípulos de Olavo de Carvalho https://bit.ly/2U0QOg4
O depoimento de Renato Pompeu https://bit.ly/2SiEIgw
O Dossiê do Olavão no AntiCast https://bit.ly/2Pd7xJk
Link do Canal: Meteoro Brasil
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
BEETHOVEN ERA SURDO?
Descubra curiosidades sobre a vida de um dos maiores compositores da música clássica do mundo e como ele enfrentou a surdez!
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Adolf Hitler - Biografia

Alemanha Adolf Hitler foi o líder da Alemanha Nazista de 1934 a 1945. Ele iniciou a Segunda Guerra Mundial e instaurou políticas fascistas que resultaram na morte de milhares de pessoas.
Nascido na Áustria, em 1889, Adolf Hitler ascendeu ao poder na política alemã como o líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, também conhecido como Partido Nazista. Hitler foi o chanceler da Alemanha de 1933 a 1945 e atuou como ditador de 1934 a 1945. Ele levou a Alemanha à Segunda Guerra Mundial e também provocou o Holocausto. Hitler se suicidou ao lado de sua mulher, Eva Braun, em 30 de abril de 1945, em seu bunker, em Berlim. Primeiros anos O ditador Adolf Hitler nasceu em Branau am Inn, na Áustria, em 20 de abril de 1889, e foi o quarto dos seis filhos de Alois Hitler e Klara Pozl. Quando tinha três anos de idade, a família se mudou para a Alemanha. Seu pai, com quem não tinha boa relação, não aprovava seu interesse em artes visuais, preferindo que ele seguisse a carreira na área de negócios. Além da arte, Hitler mostrou um interesse precoce pelo nacionalismo alemão, rejeitando a autoridade da Áustria-Hungria. Esse nacionalismo se tornaria a força motivadora da vida de Hitler. Depois da morte de seu pai, ele largou a escola e se mudou para Viena, onde trabalhou como operário e pintor. Hitler tentou ingressar na Academia de Artes Visuais duas vezes, mas foi rejeitado. Sem dinheiro, se mudou para um abrigo. Posteriormente, Hitler lembraria esses anos como o tempo em que começou a cultivar seu antissemitismo. Luta na Primeira Guerra No início da Primeira Guerra Mundial, Hitler entrou para o exército alemão, mesmo sendo um cidadão austríaco. Embora tenha ficado muito tempo longe do front, ele esteve presente em inúmeras batalhas e foi ferido em Somme, motivo pelo qual foi condecorado por bravura, recebendo a Cruz de Ferro de primeira classe e a Medalha dos Feridos.
Hitler se tornou amargo com o fracasso da guerra e ficou muito abalado com a rendição da Alemanha em 1918. A experiência apenas reforçou seu patriotismo. Como muitos nacionalistas, ele acreditava que o exército alemão havia sido traído por líderes civis e marxistas e considerou o Tratado de Versalhes degradante, especialmente a cláusula que dizia que a Alemanha era a responsável pela guerra.
Após a Primeira Guerra, Hitler retornou a Munique e continuou a trabalhar para o exército como um oficial da inteligência. Enquanto monitorava o Partido dos Trabalhadores Alemães (DAP), passou a adotar muitas ideias antissemitas, nacionalistas e antimarxistas de Anton Drexler, fundador do DAP. Em 1919 entrou para o DAP a convite de Drexler. Para aumentar o seu apelo, o DAP mudou seu nome para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP). Hitler desenhou pessoalmente o símbolo do partido, que possuía uma suástica em um círculo branco com o fundo vermelho. Em seguida, ganhou notoriedade por seus discursos virulentos contra o Tratado de Versalhes, políticos rivais, marxistas e judeus. Em 1921, ele substituiu Drexler como presidente do NSDAP. Os discursos de Hitler começaram a atrair espectadores regulares, e, em 8 de novembro de 1923, Hitler e o Sturmabteilung realizaram um encontro de 3 mil pessoas em uma grande cervejaria de Munique. Hitler anunciou que a revolução nacional havia começado e declarou a formação de um novo governo. Depois de uma longa batalha, que incluiu 20 mortes, o golpe, conhecido como Putsch da Cervejaria, fracassou. (20-04-1889 - 30-04-1945) Destaca-se em: Líder Militar, Ditador Hitler foi preso três dias depois e foi sentenciado por alta traição. Ele ficou um ano na prisão, quando ditou grande parte do primeiro volume de Mein Kampf (“Minha Luta”) para seu assessor, Rudolf Heiss. O livro trouxe à tona os planos de Hitler em transformar a sociedade alemã baseada na raça. Ascensão ao Poder A Grande Depressão na Alemanha serviu como uma oportunidade política para Hitler. Os alemães estavam descrentes em relação à república parlamentar e cada vez mais tendenciosos ao extremismo. Em 1932, Hitler se candidatou à presidência e, embora não tenha vencido, angariou mais de 35% dos votos. A eleição o estabeleceu como uma grande força na política Alemã, e Hindenburg, mesmo hesitante, o promoveu a chanceler. Hitler utilizou sua posição para criar uma ditadura legal. O Decreto do Incêndio de Resichtag suspendia os direitos básicos e permitia a detenção sem julgamento. Hitler também arquitetou a passagem da Lei de Concessão de Plenos Poderes, que deu ao seu gabinete ministerial poderes legislativos absolutos por um período de quatro anos e permitiu também mudanças na constituição. Tendo controle absoluto sobre as repartições legislativas e executivas do governo, Hitler e seus aliados políticos deram início a um extermínio sistemático da oposição remanescente. Em 14 de julho de 1933, o Partido Nazista de Hitler foi pronunciado como o único partido político legal da Alemanha. As demandas do SA por mais força política e militar desencadearam na Noite das Facas Longas, de 30 de junho a 2 de julho de 1934. Ernst Röhm e outros líderes da SA, junto com inúmeros inimigos políticos de Hitler, foram assassinados. No dia anterior à morte de Hindenburg, em agosto de 1934, o gabinete aprovou uma lei que abolia os poderes do presidente e os unia aos do chanceler. Hitler tornou-se, então, o chefe do estado, assim como do governo. E como tal, passou a ser o comandante supremo das forças armadas e, ao mesmo tempo em que as mobilizava para a guerra, promoveu sua massiva expansão. Um conceito principal do nazismo era o da higiene racial. Novas leis baniam casamentos entre judeus e não judeus alemães e privavam os “não arianos” dos benefícios da cidadania alemã. O Holocausto também foi movido pelos mesmos valores. Entre 1939 e 1945, os Nazistas e seus colaboradores foram responsáveis pela morte de 11 a 14 milhões de pessoas, incluindo 6 milhões de judeus, o que representava dois terços da população semita da Europa. As mortes ocorreram em campos de concentração e extermínio e aconteciam em massa. Outros grupos perseguidos incluíam os poloneses, comunistas, homossexuais, testemunhas de Jeová, sindicalistas, entre outros. Hitler nunca teria visitado os campos de concentração e não falava publicamente sobre os assassinatos. Segunda Guerra Mundial Em 1938, Hitler, ao lado de outros líderes europeus, assinou o Tratado de Munique. Depois, invadiu a Polônia, e, em resposta, a Grã-Bretanha e a França declararam guerra à Alemanha. Hitler intensificou suas atividades em 1940, invadindo a Escandinávia, França, Luxemburgo, Países Baixos e Bélgica e ordenou ataques ao Reino Unido. A aliança formal da Alemanha com o Japão e a Itália, conhecida como Potências do Eixo, foi assinada para impedir que os EUA apoiassem e protegessem os britânicos. Em 22 de junho de 1941, Hitler violou um pacto de não agressão com Joseph Stalin, enviando 3 milhões de soldados alemães à URSS. Em 7 de dezembro, o Japão atacou a base de Pearl Harbor, no Havaí, e a guerra passou a ser entre Hitler e a coalizão que incluía o maior império do mundo (Britânico), o maior poder financeiro do mundo (EUA) e o maior exército (URSS). Contra isso, o exército de Hitler começou a se deteriorar, assim como a economia alemã e a saúde de Hitler. A Alemanha e o Eixo não conseguiam mais sustentar a guerra expansiva e agressiva de Hitler. No final de 1942, as forças alemãs fracassaram na tomada do Canal de Suez. O exército alemão também sofreu derrotas na Batalha de Stalingrado e na Batalha de Kursk. Em 6 de junho de 1944, os exércitos aliados chegaram ao norte da França. Como consequência, muitos oficiais alemães se deram conta de que a derrota era inevitável e que a teimosia de Hitler levaria à destruição do país. Derrota na Guerra e morte No início de 1945, Hitler percebeu que a Alemanha iria perder a guerra. Os soviéticos haviam recuado o exército alemão e os Aliados avançavam em direção à Alemanha. Em 29 de abril, Hitler se casou com sua namorada, Eva Braun, em uma pequena cerimônia civil no seu bunker, em Berlim. Logo em seguida, foi informado do assassinato do ditador italiano Benito Mussolini e, com medo de terminar nas mãos das tropas inimigas, se suicidou ao lado de Braun, um dia depois de seu casamento. Seus corpos foram carregados para um jardim próximo à Chancelaria do Reich e queimados. Berlim ruiu em 2 de maio de 1945. Cinco dias depois, a Alemanha se rendeu incondicionalmente aos Aliados. O programa político de Hitler despertou uma guerra mundial, deixando as regiões centrais e leste da Europa devastadas e empobrecidas. Suas políticas causaram o sofrimento humano em uma escala sem precedentes, resultando na morte de aproximadamente 40 milhões de pessoas, incluindo 27 milhões na União Soviética. A derrota de Hitler marcou o fim do fascismo.
sábado, 10 de junho de 2017
História de Pablo Escobar
Pablo Escobar foi rei da cocaína da Colômbia e um homem que o próprio governo tinha medo de tocar. Mas entre outras coisas, ele violou túmulos, incendiou milhões em dinheiro para se manter aquecido e ajudou os Estados Unidos a caçar Osama Bin Laden. 2011. Você sabia disso?
terça-feira, 2 de maio de 2017
sábado, 17 de dezembro de 2016
Calígula o Imperador maluco no poder de Roma, 1.400 dias de Terror
A história não foi complacente com Calígula, o detentor de um reinado tão curto quanto violento no primeiro século de nossa era, em Roma. Ele permaneceu no poder de março de 37 até seu assassinato, em janeiro de 41. Foi o terceiro imperador romano, membro da dinastia júlio-claudiana, iniciada por Augusto.
A reputação de louco feroz, capaz de incríveis crueldades, foi construída ao longo de apenas quatro anos de poder, um período curto demais para fama tão arraigada, mas nada indica que ele fosse diferente do que ainda hoje se diz do personagem. O próprio nome Calígula tornou-se sinônimo de atrocidade.
Cabe, contudo, buscar a fonte primordial: a obra A vida dos doze césares, do escritor e historiador Caio Suetônio (69-c.141), que não foi contemporâneo de Calígula, mas ótimo observador dos costumes romanos. Outros historiadores, como Filo (30-50 d.C.), Josefo (37-92 d.C.) e Dião Cássio (data imprecisa do século II), também citaram o imperador em suas obras. Especificamente no caso de Calígula, Suetônio é de longe o mais influente entre os quatro, mesmo que se apontem frequentemente imperfeições em sua obra.
Para conhecer o monstro da antiga Roma, parece uma boa opção desistir de buscar refúgio atrás das crises de epilepsia de Calígula e de algumas insanidades a ele atribuídas. Doenças física e mental explicam uma parte, talvez pequena, da biografia. A outra parte passa necessariamente por sua origem familiar, o ambiente depravado no qual cresceu e, sobretudo, o estado das instituições do Império.
Até porque na Antiguidade a epilepsia simplesmente não era compreendida como hoje. Era um estigma na vida do paciente e uma mancha em sua biografia. Foi preciso que nascessem homens como os escritores Fiodor Dostoievski e Gustave Flaubert ou um teórico e político como Vladimir Lenin, todos epiléticos, para que o mundo passasse a ver a doença de outra forma. A percepção de que doença e crueldade não caminham juntas certamente nem passava pela cabeça dos historiadores antigos.
A reputação de louco feroz, capaz de incríveis crueldades, foi construída ao longo de apenas quatro anos de poder, um período curto demais para fama tão arraigada, mas nada indica que ele fosse diferente do que ainda hoje se diz do personagem. O próprio nome Calígula tornou-se sinônimo de atrocidade.
Cabe, contudo, buscar a fonte primordial: a obra A vida dos doze césares, do escritor e historiador Caio Suetônio (69-c.141), que não foi contemporâneo de Calígula, mas ótimo observador dos costumes romanos. Outros historiadores, como Filo (30-50 d.C.), Josefo (37-92 d.C.) e Dião Cássio (data imprecisa do século II), também citaram o imperador em suas obras. Especificamente no caso de Calígula, Suetônio é de longe o mais influente entre os quatro, mesmo que se apontem frequentemente imperfeições em sua obra.
Para conhecer o monstro da antiga Roma, parece uma boa opção desistir de buscar refúgio atrás das crises de epilepsia de Calígula e de algumas insanidades a ele atribuídas. Doenças física e mental explicam uma parte, talvez pequena, da biografia. A outra parte passa necessariamente por sua origem familiar, o ambiente depravado no qual cresceu e, sobretudo, o estado das instituições do Império.
Até porque na Antiguidade a epilepsia simplesmente não era compreendida como hoje. Era um estigma na vida do paciente e uma mancha em sua biografia. Foi preciso que nascessem homens como os escritores Fiodor Dostoievski e Gustave Flaubert ou um teórico e político como Vladimir Lenin, todos epiléticos, para que o mundo passasse a ver a doença de outra forma. A percepção de que doença e crueldade não caminham juntas certamente nem passava pela cabeça dos historiadores antigos.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Ultimas Horas De 2Pac
Veja As Ultimas Horas de Tupac, Considerado o Maior Rapper do Mundo.
Além de seu ultimo dia o Documentário fala sobre sua Vida e sua Ascenção ao Topo do HIP HOP.
domingo, 7 de agosto de 2016
Anne Frank - Biografia
Anne Frank
(12-06-1929 - 12-03-1945)
Origem: Alemanha, Holanda
Nascida em 12 de junho de 1929, em Frankfurt, Alemanha, Anne Frank morou em Amsterdã durante a Segunda Guerra Mundial. Fugindo da perseguição nazista aos judeus, a família se escondeu por dois anos. Durante essa época, Frank escreveu sobre suas experiências e desejos. Ela tinha 15 anos quando sua família foi encontrada e enviada ao campo de concentração, onde ela morreu. Sua obra “O Diário de Anne Frank”, já foi lida por milhões de pessoas. A vítima do Holocausto Anne Frank nasceu Annelies Marie Frank em 12 de junho de 1929, em Frankfurt, Alemanha. Sua mãe foi Edith Frank e seu pai, Otto Frank, um tenente do exército alemão durante a Primeira Guerra, tornando-se depois um homem de negócios na Alemanha e na Holanda. Frank também teve uma irmã chamada Margot, três anos mais velha. Antissemitismo
DO FUNDO DO CORAÇÃO, SEI QUE NUNCA MAIS TEREI MINHA INOCÊNCIA OUTRA VEZ.
Os Frank eram uma família de classe média alta que morava em um bairro quieto e religioso de Frankfurt. Porém, Anne nasceu em uma época de mudanças na sociedade alemã, que logo iriam interromper a felicidade e a tranquilidade de sua família e de todos os judeus alemães. No início dos anos 20, a economia da Alemanha estava em péssimas condições, devido ao Tratado de Versalhes, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial e impôs muitas sanções ao país. Em 1933, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, antissemita e liderado por Adolph Hitler, tomou o controle do governo. Mudança para Alemanha
O MUNDO IRÁ CONTINUAR GIRANDO SEM MIM, E EU NÃO POSSO FAZER NADA PARA MUDAR OS ACONTECIMENTOS.
A família de Anne Frank se mudou para Amsterdã em 1933, e seu pai se tornou o diretor da Dutch Opekta Company. Lá, eles se sentiram novamente livres. Durante o resto da década de 30, Anne viveu uma infância relativamente normal, com muitos amigos, de diversas etnias e religiões. Mas isso iria mudar em 1º de setembro de 1939, quando a Alemanha nazista invadiu a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial. Em 10 de maio de 1940, o exército alemão invadiu a Holanda, derrotando as forças holandesas apenas após alguns dias de combate.
Os holandeses renderam-se em 15 de maio de 1940, e Anne escreveria em seu diário: “Após maio de 1940, os bons momentos eram raros; primeiro tinha a guerra, depois a rendição e então a chegada dos alemães, que foi quando os problemas começaram para os judeus”. Amiga imaginária CHEGUEI AO PONTO NO QUAL EU NÃO ME IMPORTO EM VIVER OU MORRER.
No começo de outubro de 1940, os ocupantes nazistas impuseram medidas antissemitas na Holanda. Os judeus eram obrigados a usar uma estrela amarela de Davi o tempo todo e obedecer a um toque de recolher. Eles também foram proibidos de serem donos de negócios, por isso Otto deu o controle de sua empresa a dois sócios cristãos. Frank e sua irmã foram transferidas a uma escola judia. Em 12 de junho de 1942, Anne ganhou um diário pelo seu aniversário de 13 anos, e ela escreveu suas primeiras palavras do texto, endereçadas a uma amiga imaginária chamada Kitty: “Espero que eu possa confiar tudo a você, como eu nuca confiei a ninguém, e eu espero que você seja uma fonte de conforto e apoio”. Dois anos escondida (…)
A FORMAÇÃO DEFINITIVA DO CARÁTER ESTÁ NAS PRÓPRIAS MÃOS DE CADA INDIVÍDUO.
Semanas depois, em 5 de julho de 1942, Margot recebeu uma convocação para se reportar a um campo nazista na Alemanha. No dia seguinte, toda a família foi se esconder em quartos improvisados em um espaço vazio atrás da empresa de Otto. Eles foram acompanhados do sócio de Otto Hermann van Pels, sua esposa, Auguste, e seu filho, Peter. Alguns empregados de Otto se encarregavam da comida e de levar informações sobre o mundo exterior. As famílias passaram dois anos escondidas, sem pisar os pés para fora do local. Para passar o tempo, Anne escrevia textos extensos em seu diário. Em alguns, ela colocava para fora todo o seu desespero de estar confinada. “Cheguei ao ponto no qual eu não me importo em viver ou morrer”, ela escreveu em 3 de fevereiro de 1944. “O mundo irá continuar girando sem mim, e eu não posso fazer nada para mudar os acontecimentos”. Além do diário, Anne tinha um caderno no qual anotava citações de seus atores favoritos, histórias originais e o começo de um romance sobre o seu tempo na Secret Annex, como chamavam o local do esconderijo. Ida ao campo de concentração Em 4 de agosto de 1944, um oficial da polícia secreta alemã acompanhado por quatro nazistas holandeses arrombaram o Secret Annex, prendendo todos que ali estavam escondidos. Eles foram denunciados anonimamente e até hoje a identidade do traidor permanece desconhecida. Todos foram encaminhados ao campo de concentração Westerbork, em 8 de agosto de 1944. Após, foram transferidos para Auschwitz, na Polônia, no meio da noite de 3 de setembro de 1944. Quando chegaram, mulheres e homens foram separados, e foi a última vez que Otto viu sua mulher e filhas. Morte por tifo Após meses de trabalho duro, Anne e Margot foram transferidas para o campo de concentração Bergen-Belsen, na Alemanha. Sua mãe não foi autorizada a ir junto e, um tempo depois, adoeceu e morreu, em 6 de janeiro de 1945. No campo, a comida era escassa e a higiene péssima. Tanto Anne quanto sua irmã contraíram tifo e morreram com um dia de diferença, em março de 1945. Ela tinha apenas 15 anos, e foi apenas uma das mais de um milhão de crianças judias que morreram no Holocausto. Otto Frank foi o único membro da família a sobreviver. Ao final da guerra, ele retornou para sua casa em Amstedã, procurando desesperadamente por notícias de sua família. Em 18 de julho de 1945, ele encontrou duas irmãs que conviveram com Anne e Margot em Bergen-Belsen e que repassaram a trágica notícia. Diário encontrado Quando Otto retornou para Amsterdã, ele encontrou o diário de Anne, que foi guardado pela sua amiga Miep Gies. Ele teve forças para lê-lo e ficou surpreso com o que descobriu. “Foi-me revelada uma Anne completamente diferente da filha que eu perdi”, ele escreveu em uma carta para sua mãe. “Eu não tinha ideia da profundidade de seus pensamentos e sentimentos”. Ele publicou, em 1947, algumas seleções do diário da filha em um livro chamado “The Secret Annex: Diary Letters from June 14, 1942 to August 1, 1944”. “O Diário de Anne Frank”, como foi intitulado depois, já foi publicado em 67 línguas. Incontáveis edições, assim como adaptações para o teatro e o cinema, foram realizadas ao redor do mundo, e o livro permanece um dos mais lidos sobre a experiência dos judeus durante o Holocausto. Apesar de ser uma história trágica, o livro é também uma história de fé, esperança e amor. Em uma passagem, ela escreve: “Eu vejo o mundo sendo transformado em uma selva; eu ouço a chegada de um trovão que, um dia, irá nos destruir também. Eu sinto o sofrimento de milhões. Ainda assim, quando eu olho para o céu, eu sinto que, de alguma forma, tudo irá mudar para melhor, que essa crueldade irá acabar e que a paz e a tranquilidade irão retornar”. Em 2009, o Anne Frank Center USA lançou uma iniciativa chamada “Sapling Project”, plantando mudas de uma árvore de castanha de 170 anos que Anne amava, em 11 nações do mundo.
History
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Malcolm X
(19-05-1925 - 21-02-1965)
Destaca-se em: Ativismo, luta por direitos civis Origem: Estados Unidos
Malcolm X foi um ativista pelos direitos civis nos Estados Unidos. Nascido em 19 de maio de 1925, em Omaha, Nebraska, Malcolm X foi um líder nacionalista negro que serviu como porta-voz da Nação do Islã durante os anos 50 e 60. Devido aos seus esforços, a Nação do Islã cresceu de meros 400 membros na época em que ele foi solto da prisão, em 1952, a 40.000 membros em 1960. Articulado, apaixonado e um orador nato, Malcolm X incentivou os negros a se livrarem das algemas do racismo “de qualquer forma necessária”, incluindo violência. O impetuoso líder pelos direitos civis rompeu com seu grupo pouco tempo antes de seu assassinato, em 21 de fevereiro de 1925, no teatro Audubon Ballroom, em Manhattan, onde ele faria um discurso.
Família perseguida
AS PESSOAS NÃO PERCEBEM COMO TODA A VIDA DE UM HOMEM PODE SER MUDADA POR UM LIVRO.
Malcolm X nasceu Malcolm Little em 19 de maio de 1925, em Omaha, Nebraska. Ele era um dos oito filhos nascidos da dona de casa Louise e do pastor Earl Little, que também era um apoiador do líder nacionalista negro Marcus Garvey. Por conta do ativismo de Earl, a família era perseguida por grupos como a Ku Klux Klan. Em East Lansing, para onde a família se mudou em 1929, eles foram ainda mais perseguidos. Quando um grupo racista incendiou a casa dos Little, a polícia e os bombeiros não fizeram absolutamente nada para pará-los. E dois anos depois, em 1931, as coisas ficaram ainda piores. O corpo de Earl Little foi descoberto jogado ao lado dos trilhos do bonde. Apesar de ser muito mais provável que Earl tenha sido assassinado por supremacistas brancos, a causa do óbito foi dada como suicídio. A mãe de Malcolm nunca se recuperou do choque e, em 1937, foi internada em uma instituição psiquiátrica, enquanto Malcolm foi morar com amigos da família.
Prisão
VOCÊ NÃO PODE SEPARAR A PAZ DA LIBERDADE, PORQUE NINGUÉM PODE ESTAR EM PAZ A MENOS QUE TENHA SUA LIBERDADE.
Na escola, Malcolm era o único negro e um excelente aluno. O acontecimento que mudou a vida do garoto foi quando sua professora perguntou o que ele queria ser quando crescesse, ao que ele respondeu que gostaria de ser advogado. Sua professora, então, pediu que ele escolhesse algo realista, que ele realmente pudesse ser, e o aconselhou a carpintaria. No ano seguinte, aos 15 anos, ele abandonou a escola. Ele foi para Boston morar com sua meia irmã mais velha, Ella, uma mulher que realmente tinha orgulho de ser negra. Nas ruas de Boston, ele se envolveu com o crime e começou a vender drogas, financiando, assim, um refinado estilo de vida. Isso o levou à cadeia em 1946, quando foi sentenciado a dez anos de prisão. Para passar o tempo, Malcolm X lia muito na prisão. Ele também foi muito visitado por membros de Nação do Islã, um pequeno grupo de negros muçulmanos que abraçaram a ideologia do nacionalismo negro – de que para assegurar sua liberdade, justiça e igualdade, os negros precisariam criar um estado totalmente separado dos brancos. Malcolm X então se converteu à Nação e ao ser libertado, em 1952, mudou seu sobrenome de Little para X, uma homenagem aos nomes desconhecidos de ancestrais africanos.
Orador nato
TODA VEZ QUE VOCÊ NOTAR QUE ALGUÉM TEM MAIS SUCESSO DO QUE VOCÊ, ELES ESTÃO FAZENDO ALGO QUE VOCÊ NÃO ESTÁ.
Malcolm X viajou para Detroit, Michigan, onde trabalhou com o líder da Nação do Islã, Elijah Muhammad, para expandir o movimento. Em 1960, ele criou um jornal, Muhammad Speaks, para promover a mensagem da Nação do Islã. Articulado, apaixonado e um orador nato, ele incentivou os negros a se libertarem das algemas do racismo, “de qualquer forma necessária”, incluindo por meio da violência. Devido aos seus esforços, a Nação do Islã cresceu de meros 400 membros na época em que ele foi solto da prisão, em 1952, a 40.000 membros em 1960. No começo de 1960, Malcolm X se tornou o líder de uma vertente do Movimento de Direitos Civis, apresentando uma alternativa à visão do Dr. Martin Luther King Jr. da conquista de uma sociedade racialmente integrada por meios pacíficos. Luther King criticava severamente os métodos de Malcolm X.
Saída da Nação do Islã
COMO ALGUÉM PODE SER CONTRA O AMOR?
Em 1963, Malcolm X ficou muito desiludido com seu mentor Elijah Muhammad, que tinha atitudes que iam contra o que ele mesmo pregava, como muitos romances extraconjugais. Essa sensação de traição, combinada com a raiva que Muhammad sentiu com os comentários insensíveis de Malcolm com relação ao assassinato do Presidente John F. Kennedy fizeram com que Malcolm X abandonasse a Nação do Islã em 1964. No mesmo ano, Malcolm viajou para a África, abraçando o socialismo e o pan-africanismo. Ele também fez uma viagem a Meca, durante a qual se converteu ao islamismo tradicional e mudou seu nome para El-Hajj Malik El-Shabazz. Ele voltou aos EUA mais pacífico, com intenção de lutar sem violência pelos direitos civis. Ironicamente, ele foi assassinado nessa época.
Assassinato
Na noite de 21 de fevereiro de 1965, no teatro Audubon Ballroom, em Manhattan, onde Malcolm estava prestes a realizar um discurso, três homens armados invadiram o palco e atiraram em Malcolm 15 vezes, à queima-roupa. Ele tinha 39 anos. Os três homens eram membros da Nação do Islã. O legado de Malcolm X foi publicado no mesmo ano, no livro “Autobiografia de Malcolm X”, transformando-o em um herói para as próximas gerações de radicais e ativistas.
Vida pessoal
Em 1958, Malcolm X casou-se com Betty Sanders, membro da Nação do Islã. O casal teve seis filhas. Sanders logo se tornou Betty Shabazz , uma ativista dos direitos civis e humanos após a morte do marido.
http://seuhistory.com/biografias/malcolm-x
Destaca-se em: Ativismo, luta por direitos civis Origem: Estados Unidos
Malcolm X foi um ativista pelos direitos civis nos Estados Unidos. Nascido em 19 de maio de 1925, em Omaha, Nebraska, Malcolm X foi um líder nacionalista negro que serviu como porta-voz da Nação do Islã durante os anos 50 e 60. Devido aos seus esforços, a Nação do Islã cresceu de meros 400 membros na época em que ele foi solto da prisão, em 1952, a 40.000 membros em 1960. Articulado, apaixonado e um orador nato, Malcolm X incentivou os negros a se livrarem das algemas do racismo “de qualquer forma necessária”, incluindo violência. O impetuoso líder pelos direitos civis rompeu com seu grupo pouco tempo antes de seu assassinato, em 21 de fevereiro de 1925, no teatro Audubon Ballroom, em Manhattan, onde ele faria um discurso.
Família perseguida
AS PESSOAS NÃO PERCEBEM COMO TODA A VIDA DE UM HOMEM PODE SER MUDADA POR UM LIVRO.
Malcolm X nasceu Malcolm Little em 19 de maio de 1925, em Omaha, Nebraska. Ele era um dos oito filhos nascidos da dona de casa Louise e do pastor Earl Little, que também era um apoiador do líder nacionalista negro Marcus Garvey. Por conta do ativismo de Earl, a família era perseguida por grupos como a Ku Klux Klan. Em East Lansing, para onde a família se mudou em 1929, eles foram ainda mais perseguidos. Quando um grupo racista incendiou a casa dos Little, a polícia e os bombeiros não fizeram absolutamente nada para pará-los. E dois anos depois, em 1931, as coisas ficaram ainda piores. O corpo de Earl Little foi descoberto jogado ao lado dos trilhos do bonde. Apesar de ser muito mais provável que Earl tenha sido assassinado por supremacistas brancos, a causa do óbito foi dada como suicídio. A mãe de Malcolm nunca se recuperou do choque e, em 1937, foi internada em uma instituição psiquiátrica, enquanto Malcolm foi morar com amigos da família.
Prisão
VOCÊ NÃO PODE SEPARAR A PAZ DA LIBERDADE, PORQUE NINGUÉM PODE ESTAR EM PAZ A MENOS QUE TENHA SUA LIBERDADE.
Na escola, Malcolm era o único negro e um excelente aluno. O acontecimento que mudou a vida do garoto foi quando sua professora perguntou o que ele queria ser quando crescesse, ao que ele respondeu que gostaria de ser advogado. Sua professora, então, pediu que ele escolhesse algo realista, que ele realmente pudesse ser, e o aconselhou a carpintaria. No ano seguinte, aos 15 anos, ele abandonou a escola. Ele foi para Boston morar com sua meia irmã mais velha, Ella, uma mulher que realmente tinha orgulho de ser negra. Nas ruas de Boston, ele se envolveu com o crime e começou a vender drogas, financiando, assim, um refinado estilo de vida. Isso o levou à cadeia em 1946, quando foi sentenciado a dez anos de prisão. Para passar o tempo, Malcolm X lia muito na prisão. Ele também foi muito visitado por membros de Nação do Islã, um pequeno grupo de negros muçulmanos que abraçaram a ideologia do nacionalismo negro – de que para assegurar sua liberdade, justiça e igualdade, os negros precisariam criar um estado totalmente separado dos brancos. Malcolm X então se converteu à Nação e ao ser libertado, em 1952, mudou seu sobrenome de Little para X, uma homenagem aos nomes desconhecidos de ancestrais africanos.
Orador nato
TODA VEZ QUE VOCÊ NOTAR QUE ALGUÉM TEM MAIS SUCESSO DO QUE VOCÊ, ELES ESTÃO FAZENDO ALGO QUE VOCÊ NÃO ESTÁ.
Malcolm X viajou para Detroit, Michigan, onde trabalhou com o líder da Nação do Islã, Elijah Muhammad, para expandir o movimento. Em 1960, ele criou um jornal, Muhammad Speaks, para promover a mensagem da Nação do Islã. Articulado, apaixonado e um orador nato, ele incentivou os negros a se libertarem das algemas do racismo, “de qualquer forma necessária”, incluindo por meio da violência. Devido aos seus esforços, a Nação do Islã cresceu de meros 400 membros na época em que ele foi solto da prisão, em 1952, a 40.000 membros em 1960. No começo de 1960, Malcolm X se tornou o líder de uma vertente do Movimento de Direitos Civis, apresentando uma alternativa à visão do Dr. Martin Luther King Jr. da conquista de uma sociedade racialmente integrada por meios pacíficos. Luther King criticava severamente os métodos de Malcolm X.
Saída da Nação do Islã
COMO ALGUÉM PODE SER CONTRA O AMOR?
Em 1963, Malcolm X ficou muito desiludido com seu mentor Elijah Muhammad, que tinha atitudes que iam contra o que ele mesmo pregava, como muitos romances extraconjugais. Essa sensação de traição, combinada com a raiva que Muhammad sentiu com os comentários insensíveis de Malcolm com relação ao assassinato do Presidente John F. Kennedy fizeram com que Malcolm X abandonasse a Nação do Islã em 1964. No mesmo ano, Malcolm viajou para a África, abraçando o socialismo e o pan-africanismo. Ele também fez uma viagem a Meca, durante a qual se converteu ao islamismo tradicional e mudou seu nome para El-Hajj Malik El-Shabazz. Ele voltou aos EUA mais pacífico, com intenção de lutar sem violência pelos direitos civis. Ironicamente, ele foi assassinado nessa época.
Assassinato
Na noite de 21 de fevereiro de 1965, no teatro Audubon Ballroom, em Manhattan, onde Malcolm estava prestes a realizar um discurso, três homens armados invadiram o palco e atiraram em Malcolm 15 vezes, à queima-roupa. Ele tinha 39 anos. Os três homens eram membros da Nação do Islã. O legado de Malcolm X foi publicado no mesmo ano, no livro “Autobiografia de Malcolm X”, transformando-o em um herói para as próximas gerações de radicais e ativistas.
Vida pessoal
Em 1958, Malcolm X casou-se com Betty Sanders, membro da Nação do Islã. O casal teve seis filhas. Sanders logo se tornou Betty Shabazz , uma ativista dos direitos civis e humanos após a morte do marido.
http://seuhistory.com/biografias/malcolm-x
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